Futebol: Infesta perde em casa com o Boavista

Digas esteve pouco inspirado esta tarde.

No jogo desta tarde, em que o Infesta recebeu e perdeu com o “histórico” Boavista por 0-4, a equipa de José Manuel Ribeiro demonstrou pouca agressividade, frente a um adversário que faz disso mesmo o seu jogo, um pouco à imagem do seu treinador.

INFESTA: Isac, Carlos Pinto, Rui Jorge, Tiago Jonas, Carlão (Jorginho, 3′), Dany (Tiago Veiga, 52′), João Reis, Pedro Nuno, Bruninho (Vitinha II, 52′), Digas e Serge.

O Infesta iniciou o jogo logo com um contratempo, que foi a lesão do lateral esquerdo Carlão, num lance em que caiu mal e ficou agarrado à coxa esquerda. Foi o Boavista a primeira equipa a criar perigo aos 6 minutos, num remate de Carraça que Isac defendeu com uma palmada para canto. Aos 14 minutos, o Infesta cria perigo por Pedro Nuno que numa jogada de insistência, rematou por cima da baliza de Ricardo Campos. Pouco depois foi Miguel Cid, que esteve perto do golo ao rematar com alguma sorte, à barra da baliza de Isac. O Boavista, mais agressivo na abordagem aos lances, chega ao golo à passagem do minuto 18 por Wellington Cris que numa jogada rápida de contra-ataque, leva a melhor sobre Jorginho e fez o golo inaugural. Aos 20 minutos, Pedro Navas de livre, obriga Isac a aplicar-se para boa defesa. Pouco depois, aos 27 minutos, o Boavista chega ao segundo golo. Numa falta inexistente junto à quina da área, Paulo Campos cruzou e Frechaut, antecipa-se a Jonas e faz de cabeça, o segundo golo.

Na segunda parte, esperava-se outra reacção do Infesta, que em desvantagem, teria de procurar reduzir, mas foi o Boavista que logo a abrir, fez o terceiro golo. Numa fífia da defensiva do Infesta, Fary já dentro da área não perdoou e aumentou a vantagem. Se havia alguma estratégia para a segunda parte, ela acabou por desmoronar-se com a obtenção do terceiro golo dos axadrezados. O Boavista passou a jogar mais em contenção e o Infesta, procura a espaços, o golo de honra. Aos 68 minutos, Vitinha II cruza da esquerda e Serge não chega de cabeça à bola. Poucos minutos depois, Digas marca de livre e Serge, à boca da baliza, não consegue desfeitear Ricardo Campos. Aos 74′, João Reis remata com força, mas ao lado da baliza do Boavista e aos 77′ Digas tenta de livre, mas a bola sai por cima. O Boavista, numa das poucas oportunidades que teve na segunda parte, fez o quarto e último golo da partida. Pedrinho pela direita, cruza e Paulo Campos de cabeça, rematou colocado, sem hipóteses de defesa para Isac.

Apesar da derrota, tudo se manteve nos últimos lugares do campeonato. O Padroense perdeu em casa com o Vizela (1-2) e mantém-se a um ponto do Infesta e o Joane, perdeu em Ribeirão por 2-1 e mantém-se com mais três pontos e em zona de manutenção. O árbitro da partida, Pedro Vilaça da A.F.Porto, esteve mal em algumas decisões, nomeadamente no critério com que assinalou algumas faltas a favor do Boavista e que não eram assinaladas se fosse a favor do Infesta. Na próxima jornada, o Infesta tem uma deslocação complicada a Gondomar.

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